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- 20 -
Junho
2015

Testando o Sistema

O Museu das Reduções é a realização do sonho de quatro irmãos, nascidos nas primeiras décadas do século passado, na cidade sul-mineira de Campanha. Ênnio, Décio, Evangelina e Sylvia trilharam seus caminhos durante suas vidas, residindo em cidades diferentes e exercendo atividades profissionais diferentes. Ênnio radicou-se em Juiz de Fora, onde trabalhou por 35 anos no Banco de Crédito Real de Minas Gerais, até aposentar-se. Lá viveu até os seus últimos dias. Décio radicou-se no Rio de Janeiro, trabalhou como piloto comercial e diretor da PanAir do Brasil, até sua extinção, mudando-se para Lisboa, ingressou na Transportes Aéreos Portugueses (TAP), aposentou-se e retornou para a terra natal, Campanha, onde passou os últimos anos de sua vida. Sylvia, também funcionária do Banco de Crédito Real de Minas Gerais e Evangelina, funcionária do Estado de Minas Gerais, se radicaram em Belo Horizonte, trabalhando até a aposentadoria no Banco de Crédito Real de Minas Gerais e no Estado de Minas Gerais, respectivamente. Lá viveram até falecer. Dotados de enormes habilidades manuais, de grande sensibilidade artística e de muita disposição, os Irmãos Vilhena, como são carinhosamente conhecidos, se uniram para tornar realidade um projeto de vida: deixar um legado artístico e cultural de grande valor. Assim, logo após as aposentadorias, já totalmente disponíveis, começaram a planejar a execução do Projeto Redução, um parque temático baseado em similares existentes pelo mundo, mas com um grande diferencial: um acervo que fosse significativamente brasileiro, produzido de forma totalmente artesanal (com os mesmos materiais empregados nas construções originais) e totalmente executado por eles, e tão somente pelos quatro. Para tanto, basearam-se em uma réplica da Igreja das Dores, de Campanha, que Ênnio acabara de fazer, como hobby. Fizeram contato com as Secretarias de Estado da Cultura dos estados brasileiros, buscando indicações de monumentos arquitetônicos locais, representativos que poderiam ser reproduzidos. As muitas secretarias que atenderam ao chamamento proporcionaram aos Irmãos Vilhena um rico universo de pesquisas e trabalhos a serem desenvolvidos. Munidos, então, de uma grande relação de monumentos arquitetônicos dos quatro cantos do Brasil (cerca de 52), puseram-se a viajar pelo país, sempre com recursos próprios, com o intuito de fotografar, medir e desenhar as mais diversas relíquias arquitetônicas nacionais, preocupando-se com cada detalhe das edificações, que foram minuciosamente escolhidas, levando-se em conta a representatividade, o tamanho, a riqueza de detalhes, a beleza plástica, os materiais empregados e a diversidade da natureza dos prédios: igrejas, palácios e palacetes, fortalezas, casarões coloniais, casas comuns, casas de fazendas, sobrados, usinas, etc.

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